|
|
|
.
Queremos igualdade para toda a categoria
O Sindicato conseguiu fechar a negociação salarial com os patrões do setor do Arroz e, de forma unificada, com patrões da Seara Alimentos. Exigimos a igualdade de direitos entre todos os trabalhadores(as). Vejam como foram os Acordos:
|
Setor do Arroz – 5,75 % de
reajuste salarial para todos os
níveis, representando 1,57 %
de ganho real. Piso Salarial
(após 90 dias) passou de
R$ 670,00 para R$ 730,00
(reajuste de 8,95 %). Auxílio
creche para filhos até seis anos,
de R$ 70,00 para R$ 75,00. |
|
Seara Alimentos (grupo
Marfrig a partir de janeiro de
2010) – 6,18 % de reajuste
salarial, representando 2 % de
ganho real aos salários de
todos os trabalhadores(as).
Menor salário é de R$ 660,00,
após 90 dias de trabalho na
empresa. |
Patrões não querem negociar
Nosso Sindicato entregou a pauta de reivindicações ao sindicato patronal no dia 22
de setembro. Os patrões marcaram a 1ª rodada de negociação para o dia 29 de outubro, apenas dois dias antes do término da vigência da Convenção atual.
Por que os patrões deixaram para marcar a negociação na última hora? Porque os patrões não respeitam a cláusula 44 da Convenção Coletiva, que diz:
“...30 dias antes do término da Convenção atual as partes se comprometem em iniciar
as negociações para a próxima Convenção Coletiva".
|
Proposta patronal é um desrespeito
Depois de ignorar as reivindicações dos
trabalhadores e trabalhadoras de
Alimentação, os patrões ofereceram
apenas 4,5% de reajuste e ainda
parcelados em duas vezes:
2,5% em novembro e 2% em março do ano
que vem. A proposta não representa nem
0,5% de aumento real aos salários, já
que a inflação dos últimos 12 meses foi
de 4,18%. Por isso, a proposta patronal
não corresponde às nossas necessidades.
Categoria está disposta a lutar
Greve é nossa alternativa
Trabalhadores e trabalhadoras de
Alimentação estão indignados com a
proposta de reajuste salarial feita
pelos patrões. Dia 19 haverá nova rodada
de negociação, no
Cejas (sindicato patronal). Será a
última chance para os patrões reverem a
proposta e respeitarem os trabalhadores,
pelo bem de todos e pela continuidade da
produção.
Queremos
aumento real de verdade
Queremos piso salarial de
R$ 700,00
Jaraguá do Sul não pode retroceder no
tempo. O Piso Estadual de Salário serve
de parâmetro para a nossa negociação
coletiva de trabalho. Portanto, não
podemos aceitar um reajuste que resulte
num valor inferior ao piso estadual, que
entra em vigor em 1º de janeiro/2010, em
Santa Catarina. O Piso Estadual foi
sancionado pelo governo do estado em 2
de outubro, depois de três anos de luta
do movimento sindical e da classe
trabalhadora catarinense.
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|